domingo, 26 de abril de 2015
Dança,música e lágrimas
Olá gente,tudo bem? Começo este texto com uma pergunta. Você conhece alguma iniciativa da sociedade civil para tentar salvar os recursos naturais do planeta? Com toda certeza, várias. Mas neste sábado descobri que a questão ambiental vai muito além da ecologia, passa pela política, sociedade, economia, entre tantos outros setores. Pode parecer óbvio para muitos, mas como reconheço que meus conhecimentos são mínimos, ontem aprendi no curso de Gestão Ambiental oferecido pela Câmara Técnica do Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul alguns conceitos.Resultado: descobri que nada sei. Descobri que você, eu, nosso cachorro, nossa árvore, nossa planta, nosso carro, nossa casa, nosso trabalho, enfim, todos estes itens precisam viver em harmonia.Não adianta pensar em desenvolvimento sem antes não pensar no real progresso, ou seja, no equilíbrio entre cada uma das coisas que citei. Durante o conteúdo da aula definido entre professores voluntários e alunos, houve muita dança, música e lágrimas. Impossível não rir com coreografias que retratam o respeito que devemos ter pelo lugar onde vivemos e que nos remetem à nossa infância. Apaixonei pelo Projeto "Educando Cantando". Como não chorar ao abraçar alguém e estar do lado de pessoas doidas como eu que acreditam que é possível retribuir tudo o que recebemos? Muito obrigada aos colegas de classe, ao Paulo Valladares, à Alcinéia, ao Duva, à Jane, ao Jorge Gomes e a tantos outros escritores de uma bela história. Não sei você, mas quero passar por esta vida da melhor forma que puder. Acredito que estar em meio à pessoas que realmente nos fazem bem e que somam com a mais intensa simplicidade pode ser um belo começo.O que você pensa disso?
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Tombar a Serra da Mantiqueira é a solução para proteger Mata Atlântica
Para especialistas no assunto, o tombamento seria uma solução para proteger espécies da fauna e da flora. Discordo.Acho que a medida não serve para nada. Sou a favor do respeito, não seria necessário tombamento, criação de parques e leis para preservar nossa biodiversidade.
Mas trouxe aqui o texto para vocês avaliarem.
Cientistas mobilizam-se pelo tombamento da Serra da Mantiqueira
Mas trouxe aqui o texto para vocês avaliarem.
Cientistas mobilizam-se pelo tombamento da Serra da Mantiqueira
Além de abrigar um grande número
de espécies animais e vegetais endêmicas, muitas delas ameaçadas de extinção,
os remanescentes florestais da Serra da Mantiqueira garantem grande parte da
água que abastece as populações e as indústrias das cidades do Vale do Paraíba
(no leste do estado de São Paulo e no sul do estado do Rio de Janeiro) e da
capital fluminense.
Na avaliação de integrantes do
Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso
Sustentável da Biodiversidade do Estado de São Paulo (www.fapesp.br/biota/) ),
interromper o processo de degradação pelo qual a região passa é, portanto,
fundamental para evitar não apenas uma irreparável perda de biodiversidade como
também o agravamento, no futuro, de crises hídricas como a que atualmente afeta
a região Sudeste.
“Não seria possível, no momento,
criar uma área de grande restrição ambiental, como um parque estadual, pois
isso requereria desapropriações de terras e teria um grande custo para o
Estado. Mas defendemos o tombamento das regiões acima de 800 metros de
altitude, o que regulamentaria as atividades a serem realizadas sem impedir o
desenvolvimento”, afirmou Carlos Alfredo Joly, professor da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do Programa BIOTA-FAPESP.
Ao lado do ambientalista Fábio
Feldmann, Joly foi um dos organizadores do movimento Mantiqueira Viva
(mantiqueiraviva.com.br), que promove desde março deste ano um abaixo-assinado
pedindo o tombamento da Serra da Mantiqueira como patrimônio ambiental com o intuito
de aumentar a proteção de um corredor de 45 mil hectares de remanescentes
florestais existentes entre o Parque Nacional do Itatiaia e o Parque Estadual
de Campos do Jordão. A petição já conta com mais de 5 mil assinaturas.
Segundo Joly, a proposta de
tombamento foi apresentada inicialmente em 2011 e, desde então, vem sendo
analisada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico,
Artístico e Turístico (Condephaat) da Secretaria Estadual de Cultura. Um
primeiro parecer da equipe técnica da Unidade de Proteção do Patrimônio
Histórico (UPPH) foi negativo à abertura do processo. Os defensores da proposta
decidiram se mobilizar para evitar seu arquivamento definitivo.
Na prática, o tombamento não
aumenta o nível de proteção da mata – apenas referenda a legislação já
existente e representa uma nova barreira para eventuais mudanças, proibindo que
o local seja destruído ou descaracterizado. Desde 1985, a Mantiqueira é
considerada uma Área de Proteção Ambiental (APA) federal (categoria de unidade
de conservação menos restritiva), mas até hoje não tem plano de manejo. A
região inserida na proposta abrange áreas de florestas contínuas nas encostas
mais elevadas, as florestas com araucária da região do planalto e os campos de
altitude da Serra da Mantiqueira Paulista que ficam na divisa de Minas Gerais
com os municípios de Pindamonhangaba, Guaratinguetá, Piquete, Cruzeiro,
Lavrinhas e Queluz.
Toda essa área está inserida no
mapa “Áreas Prioritárias para Incremento da Conectividade”, elaborado pelo
BIOTA-FAPESP, e foi considerada pelos cientistas como Área da Mais Alta
Relevância Ecológica, prioritária para a conservação da biodiversidade, para a
criação de áreas protegidas e para o incremento da conectividade (leia mais em:
http://www.biota.org.br/?p=4906 ) .
Além disso, em um estudo
internacional publicado em novembro de 2013 na revista Science, a Serra da
Mantiqueira foi apontada como um dos 78 locais mundiais “insubstituíveis” para
a preservação da biodiversidade global de mamíferos, aves e anfíbios (outros
três pontos brasileiros apontados no artigo foram: a Serra do Mar, também na
Mata Atlântica; e o Vale de Javari e o Alto Rio Negro, na Amazônia).
Ameaças
De acordo com Joly, uma das
principais ameaças aos remanescentes de Mata Atlântica na região da Mantiqueira
é a expansão da mineração de bauxita para a produção de alumínio e de outros
minerais, principalmente perto da divisa do Rio de Janeiro com os municípios de
Lavrinhas e Queluz.
O pesquisador também menciona a
extração ilegal de madeira, palmito, bromélias e orquídeas; a caça de espécies
ameaçadas de extinção, como o macuco (Tinamus solitarius), a araponga (Procnias
nudicollis), o sabiá-cica (Triclaria malachitacea), o muriqui (Brachyteles
arachnoides) e o bugio (Alouatta guariba); a especulação imobiliária; e o
descarte inadequado de lixo urbano e de resíduos da mineração.
“Diversas espécies associadas às
matas de araucárias e aos campos de altitude só ocorrem nessas áreas mais altas
da Mantiqueira, sendo estas os únicos refúgios desta fauna em nosso Estado.
Muitas dessas populações são os remanescentes de grupos de animais do sul do
Brasil e dos Andes, um resquício isolado de um passado remoto quando as
temperaturas eram mais baixas em toda a América do Sul”, afirmou André Victor
Lucci Freitas, professor da Unicamp e membro da coordenação do Programa
BIOTA-FAPESP.
Ainda segundo Freitas, 20 das 55
espécies de borboletas do Brasil ameaçadas de extinção encontram refúgio na
Serra da Mantiqueira. Muitas dessas espécies possuem populações pequenas e
frágeis, sendo facilmente eliminadas quando ocorre perturbação antrópica, como
queimadas constantes, plantio de pinheiros e eucaliptos e poluição dos corpos
d´água.
“Trabalhos recentes na Serra da
Mantiqueira têm revelado diversas espécies desconhecidas para a ciência, muitas
delas já ameaçadas antes mesmo de serem descritas. Em anos recentes, temos
observado a extinção local das populações de diversas dessas espécies na região
da Mantiqueira. Se não houver um plano para conservação de toda a região, com
um bom zoneamento, uma porção importante da fauna paulista desaparecerá para
sempre do nosso estado”, disse Freitas.
Na avaliação de Célio Fernando
Baptista Haddad, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Rio Claro, os
ambientes de encostas e topos de serras e montanhas vêm funcionando, no curso
da história evolutiva, como verdadeiros berçários de espécies. Essa condição,
segundo ele, faz com que os ambientes altitudinais sejam muito frágeis e
particularmente suscetíveis às degradações antrópicas – com o agravante de que
a recuperação dessas áreas é mais difícil, cara e complexa.
“Os pontos culminantes da Mata
Atlântica são encontrados na Serra da Mantiqueira, onde podemos observar uma
fauna particular que resulta de um grau de endemismos mais elevado que o das
áreas vizinhas, em altitudes menores. Assim, a conservação de remanescentes de
Mata Atlântica é urgente e, dentre estas áreas, aquelas localizadas nas
altitudes mais elevadas, como na Serra da Mantiqueira, devem ser priorizadas”,
afirmou Haddad.
O especialista em recursos
hídricos José Galizia Tundisi, do Instituto Internacional de Ecologia, lembra
que o rico sistema aquático da Serra da Mantiqueira é um dos poucos ainda bem
preservados no Estado de São Paulo e contribui para o abastecimento das bacias
hidrográficas do Rio Paraíba do Sul, Rio Tietê e Rio Grande.
“A degradação desses mananciais
poderia comprometer tanto a quantidade como a qualidade da água para os
municípios da região. Sabemos hoje que as nascentes e a floresta têm papel
fundamental na qualidade da água”, afirmou Tundisi.
Fonte: www.agencia.fapesp.br
segunda-feira, 30 de março de 2015
Como discutir Meio Ambiente?
Olá gente, tudo bem?
Quanto tempo, não é mesmo?
Andei sumida, com muitas tarefas.
Uma delas, olhem só.
Ingressei no curso que tanto almejava.
Vejam o link abaixo. É um curso em Gestão Ambiental promovido pelo Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul.Vale a pena!
https://www.facebook.com/projetoriovivo?pnref=story
Quanto tempo, não é mesmo?
Andei sumida, com muitas tarefas.
Uma delas, olhem só.
Ingressei no curso que tanto almejava.
Vejam o link abaixo. É um curso em Gestão Ambiental promovido pelo Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul.Vale a pena!
https://www.facebook.com/projetoriovivo?pnref=story
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Anjos com jeito de vilões
Trafegando hoje de manhã pela Via Dutra, no trecho de Guaratinguetá, passou por mim um grupo de motociclistas com as famosas Harley Davidson. Fiquei impressionada com o estilo e camaradagem entre os amigos de estrada.
Coincidentemente, na noite anterior, fui surpreendida,mas de uma forma nada sútil por um "babaca" motoqueiro. Ele quase me deixou surda.Acredito que para provar que é homem, tem de acelerar a moto ao extremo.
Mais coincidência ainda é que há algum tempo conheci um grupo de motociclistas pelos quais me apaixonei.
Pessoas do bem, gente que faz sem querer nada em troca.
Gente disposta a sorrir sempre,te abraçar e dizer coisas boas.
Acredite! Esses motociclistas conquistam estradas e lugares em cima de uma Harley Davidson.
Foto:Zé Caetano
Somente agora fui entender que para subir num exemplar deste não tem de ser somente motoqueiro,mas também SER HUMANO.
Gente que faz a diferença nesse mundão cada vez mais povoado por gente que não vale à pena.
Aprendi que temos de agradecer coisas boas que nos
acontecem. Mas como dizer obrigada quando elas são maravilhosas.
A forma que encontrei foi escrevendo um singelo texto em meu blog. Espero que gostem Marcelo Ferreira, Adriano, Ana Paula, Zé Caetano.
Andei a infância toda em motos de meu pai, Vespinha, 125 Honda, CB 250 e a Virago,mas fui privilegiada de posar pra foto em uma HD.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Estudos desenvolvidos pelo curso de Mestrado em Ciências Ambientais serão utilizados pelo Governo do Estado para reflorestamento de área
Um projeto do curso de Mestrado em Ciências Ambientais da Universidade de Taubaté (UNITAU) será utilizado pelo Governo do Estado de São Paulo na recuperação da mata ciliar da bacia do Rio Una.
O banco de dados levantado pelo curso fez com que a maior área destinada ao reflorestamento pelo Estado fosse na região. “O governo irá reflorestar quatro mil hectares nas margens e nascentes do Una. Outras bacias também foram contempladas, como a do Alto Tietê e do Piracicaba, mas com áreas menores”, comenta o prof. Dr. Marcelo Targa, coordenador do Mestrado.
Um dos diferenciais que contribuiu para a escolha da área do Una foi o mapeamento da região, feito pela Universidade. “Usamos uma base cartográfica na escala 1:10.000. Isso significa que um centímetro do mapa representa 100 metros do terreno, e isso ajuda muito na hora de considerar o que será feito”, explica Targa. O banco de dados disponibiliza informações sobre a cobertura atual da terra, declividades, áreas de proteção permanente e locais com vulnerabilidade à erosão.
A Universidade participa, desde 2000, do Comitê das Bacias Hidrográficas do Paraíba do Sul, representando as instituições de pesquisa do Vale do Paraíba do Sul. Os projetos voltados para a bacia do Rio Una são realizados desde 2001.
O curso de Mestrado em Ciências Ambientais, tanto na modalidade acadêmica como na profissionalizante, estão com inscrições abertas até o dia 26 de fevereiro. Os interessados podem obter mais informações no site da Universidade.www.unitau.br
FONTE:ACOM/UNITAU
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Quer literalmente "defecar" dinheiro? Saiba como!
Algo surreal está acontecendo nos Estados Unidos.
Vi o texto abaixo no site do Yahoo. Pela curiosidade,quis compartilhar com vocês.
ONG paga até R$ 35 mil por ano
para quem vender suas fezes
Já pensou vender suas fezes e
conseguir uma boa grana com isso? Pois bem, parece surreal, mas nos EUA é
possível. A OpenBiome, uma organização sem fins lucrativos, paga até R$ 35 mil
por ano para quem doar fezes. Elas serão utilizadas para tratar pacientes que
sofrem com uma bactéria rara e que é resistente a antibióticos.
O tratamento em questão envolve a
administração de fezes saudáveis processadas no estômado do paciente por meio
de endoscopia. Criada em 2013, a OpenBiome já entregou mais de 2 mil tratamentos
em 185 hospitais dos EUA. Para ser doador, é preciso ser extremamente saudável.
A forma de ganhar dinheiro é
simples: para cada amostra de fezes saudáveis, são pagos R$ 109 ao doador. Se a
pessoa comparecer por cinco dias seguidos, leva um bônus de R$ 137. Sendo
assim, é possível conseguir R$ 677 por semana apenas vendendo fezes para a
OpenBiome.
Fonte: Yahoo
sábado, 31 de janeiro de 2015
RESTRIÇÃO HÍDRICA
Olá gente, tudo bem?
Pedi pra um amigo "escritor","poeta" e, acima de tudo, "eleitor" escrever um texto sobre o momento atual que vivemos. Estou falando da crise hídrica, a maior da história. Veja só o resultado. Parabéns por tamanha sensibilidade e cuidado com as palavras, citações,brincadeiras e consciência.
O importante é estarmos conscientes, não nos calarmos nunca, não esquecermos que, apesar de tudo, devemos exercer cidadania.
Ah, adianto aqui o link da fanpage do Projeto Rio Vivo da Band. https://www.facebook.com/projetoriovivo?fref=ts
Leiam o texto abaixo, vale a pena!
Atentaram para a riqueza literária de nossos políticos? Em lugar de corrupção... “malfeitos”. Em lugar de Caixa Dois... “recursos não contabilizados”. Em vez de roubalheira desenfreada... “deslizes”. E não temos prejuízo, mas sim “crédito negativo”. Apagão? “Desligamento estratégico”. Fundo do poço agora é “reserva técnica”. E por aí vamos.... agora, em lugar de racionamento de água... “restrição hídrica”.
Realmente o político brasileiro é um malandro de marca maior. Desculpem. Melhor dizendo, é um “espertinho com grife”. Mas, num país onde a mentira deslavada garante reeleição e criminoso julgado e preso vira herói.... tudo é possível.
A desgraça da vez, agora, é a muito provável falta de água. Culpa de ninguém, é claro. No pensar “deles”, São Pedro devia ser punido com “todo o rigor da lei”. Quem é o responsável por não chover nos lugares certos? Claro que as “zelites” também são culpadas, pois afinal, querem desestabilizar o governo. A mídia adotou o “slogan” que era “deles”: “Quanto pior, melhor”. É muito fácil culpar o outro por nossos “deslizes e malfeitos”. Apontar o dedo, culpando o próximo, é a melhor saída. Aliás, isto é bíblico. Quando Adão foi inquirido por Deus sobre o porquê ter comido o fruto proibido, logo apontou o dedo para Eva. “Ela que insistiu”, disse ele. E Eva, como não podia deixar de ser, logo apontou o dedo para a serpente. “Ela que me tentou”, respondeu. E a serpente só não apontou o dedinho culpando um outro porque cobra não tem dedo para apontar.
Voltemos a água, porém. Antes que ela acabe, seria interessante relacionar algumas medidas úteis e práticas para reduzir consideravelmente o consumo do precioso líquido. Vejamos:
Dicas de economia
- Substitua o chuveiro por um conta-gotas. No banho, despeje dez gotinhas sobre a cabeça. Nada de quinze ou vinte.. Não seja exagerado. Racionar é preciso. Só depois de ensaboado é que despeje mais dez gotinhas para tirar o sabonete. Isso basta. Pode ser que não tenha ficado muito limpo, mas sua consciência está mais branca que as neves do Kilimandjaro.
- Regar as plantas só quando for beber água. Lembra-se que o pessoal chegado a uma cachacinha sempre derrama o primeiro gole para o santo? Pois então. Derrame o primeiro gole d’água para o vaso. Se a água não salvar a planta, quem sabe o santo salva?
- Varrer a calçada com o mangueira pode. Desde, é claro, que a mangueira esteja desconectada da torneira. Basta você empurrar as folhas e papéis do chão com o bico do esguicho. Pode ser mais um pouco demorado, mas pense nas calorias que você estará perdendo com este esforço redobrado.
- As roupa sujas não devem ser lavadas. Imagine! Pendure-as no varal e espere pela chuva. Se não chover... lembre-se que a culpa não é sua. É de São Pedro.
- E, se por uma felicidade chover, trate de captar toda a água que desabar do céu. Se não fizer isso, sua vida será um inferno. Use caixas d’água, tinas, bacias, baldes, panelas, garrafas, copos, canecas e até mesmo um dedal (será que a geração de hoje sabe o que é um dedal? Deduzo que não).
Tulipa de 19 metros/Paraibuna
Triste é ver os reservatórios, as represas, as lagoas e até mesmo os rios, definhando dia a dia. Afinal, não temos mais Cantareira, mas sim, Quantareia. E no rastro da falta de água virá a falta de energia. Acho que é uma estratégia do governo: com tudo escuro, o povo não verá a sujeira alheia (e nem a sua).
Drástico, eu? Pessimista? Apocalíptico? Chegará, enfim, o dia em que a água faltará? A expectativa é enorme! Os mais otimistas já estão querendo trocar de lado. Mais cedo ou mais tarde, estaremos vivenciando um grande e doloroso momento de nossa história. Inesperado, inimaginável, incrível, mas... batendo às nossas portas estará o fantasma da falta do bem mais precioso deste planeta: a Água. E se você me perguntar se não estou sendo exagerado, eu lhe responderei com as mesmas palavras de uma querida amiga, famosa jornalista da Band Vale: “Espere pra ver".
Por Diogo Vinhas /diogusvinus@yahoo.com.br
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Terra dos Escravos,terra da história,terra de minha mãe
Olá gente,hoje vou me permitir viajar em uma história pela qual me encanto. Recentemente, falei em meu blog sobre meu pai,hoje vou me apaixonar em apenas algumas linhas ao falar de minha mãe.Digo isso,pois fui até a terra natal dessa danada,São José do Barreiro.
Acessos à cidade de São José do Barreiro
A primeira impressão pelas fotos é de que voltamos no tempo.Alguns minutos mergulhada na simplicidade do lugar e no olhar cativante das pessoas,dá pra entender porque dona Maria de Barros Paula Santos ou,simplesmente,Dona Paula é tão meiga e apaixonante.São José do Barreiro é linda,guerreira .
Dona Paula,70 anos de muita alegria e luta.
Sem se quer descer do carro me apaixonei.Minha amada mãe nasceu lá em 7 de julho de 1944.Na verdade,há um mistério.Ela diz que nasceu na divisa entre Areias e São José do Barreiro.Mas o amor é tanto que para um coração de mãe duas pequenas cidades cabem sem problemas e ainda sobra espaço para outras 37 da Região Metropolitana do Vale.Disse há pouco que não desci do carro,não por preguiça,mas sim porque nosso destino final era Bananal.Depois de 2h30 chegamos à Fazenda dos Coqueiros.Construção que data de 1855 .No local,havia grandes Barões do Café.
Entrada da Fazenda dos Coqueiros
.Mas a atividade era só fachada , o que os senhores lucravam era com o tráfico de escravos,mesmo após a Lei Áurea,que determinou o fim da escravidão.
O que me encantou foi saber que a herdeira da fazenda,dona Beth, e esposo dela,Guga,resolveram valorizar a história do negro no Brasil.Homens que sofreram em senzalas e que ressignificaram momentos ruins.Do porão da casa, criaram a capoeira e o jongo.Viram que pra viver bastavam a luta e a alegria.
Senzala, com 1.55 de altura.Escravos tinham entre 1.80 e 1.90 de altura
Classificados dos jornais da época
Cofre onde eram guardadas cartas de alforria
A todos nós que temos sangue negro nas veias fica a lição de que se fazer de vítima quando se tem garra e voz não é o melhor caminho.
Concluo dizendo que a Fazenda dos Coqueiros é um belo tapa na cara dessas cotas raciais ou qualquer algo que diga que entre brancos,pardos e negros há diferença.Todos defecamos,precisamos de médicos e quando morremos apodrecemo e viramos pó.
Palmas para minha mãe linda que nunca fraquejou,palmas para a simplicidade de São José do Barreiro e palmas para os negros que deram e dão vida a este país de homens fortes e trabalhadores.
Vamos lutar,vamos vencer!
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Projetos para 2015
Olá gente.
Demorou,mas sempre passo por aqui.
Gosto de atualizar o blog e saber como estão todos aqueles que acompanham o meu trabalho.
Aproveito para perguntar como foi o seu ano?
Foi de aprendizado, foi triste, foi alegre, foi de surpresas, foi de ganhos,perdas, projetos, acomodações?
Enfim, como foi?
Me contem?
Qual balanço vocês fazem dele?
O meu foi muito,mas muito bom.
Conquistei muitas coisas, amigos verdadeiros e a possibilidade de transformar sonhos em realizações.
Quero que 2015 sejam amplificadas todas essas conquistas.
Desejo a você o triplo do que acredito merecer do universo.
Tudo de bom.
Demorou,mas sempre passo por aqui.
Gosto de atualizar o blog e saber como estão todos aqueles que acompanham o meu trabalho.
Aproveito para perguntar como foi o seu ano?
Foi de aprendizado, foi triste, foi alegre, foi de surpresas, foi de ganhos,perdas, projetos, acomodações?
Enfim, como foi?
Me contem?
Qual balanço vocês fazem dele?
O meu foi muito,mas muito bom.
Conquistei muitas coisas, amigos verdadeiros e a possibilidade de transformar sonhos em realizações.
Quero que 2015 sejam amplificadas todas essas conquistas.
Desejo a você o triplo do que acredito merecer do universo.
Tudo de bom.
domingo, 9 de novembro de 2014
Plantas são mágicas,mas exigem cuidados
Elas são fortes, belas e significam saúde.Estou falando das plantas.
As espécies não se importam com o local e nem com o recipiente onde
estão ou onde serão plantadas, só querem crescer e dar o show que se propuseram
fazer nesta vida.
Mas
e quando são impedidas de crescerem por certas praguinhas que surgem
silenciosas e que, em muitos casos,cessam a vida dessas estrelas?
Isso é
mais comum do que se imagina. Esse problema sustenta lojas e mais lojas do ramo
que sempre se renovam nos métodos para combater esse mal.
Há pouco
tempo tenho me aventurado neste tipo de experiência. Ganhei várias espécies de
uma amiga. Quase todas se adaptaram ao meu novo lar, mas uma delas vi que
não estava bem. Até crescia,mas no mesmo ritmo morria.
Em seguida, vi surgir várias bolinhas brancas,
parecidas com algodão. Rapidamente, tomaram conta da minha planta e se
apropriaram da sua vida.
Dessa
forma, fui apresentada à cochonilha. Essa praga (foto abaixo) se mantém estática nos caules mais próximos às
folhas. Em seguida, começam a apresentar manchas e murchar. São
minúsculas, em torno de 35 mm,mas devastadoras. Sugam a seiva e
podem fazer grandes estragos. Imagina só um inseto desse tamanho atacando a
nossa agricultura? Pois bem, isso acontece há muito tempo.
Há relatos de que cafezais espalhados por todo o
Brasil foram exterminados pelo ataque desse inseto.
Especialistas descobriram que a praga se expande devido às
condições de clima, ou seja, temperatura e umidade relativa do ar. Isso acontece,
em especial, no verão.
No meu caso, foi uma única planta apenas que com o ataque das
cochonilhas se resumiu a um pequeno ramo.
Cochonilhas/foto divulgação
A solução
encontrada foi uma vitamina, que agora não me lembro o nome, mas que de forma
muito rápida devolveu a vida ao meu Antúrio.
Foi só eu
me atentar ao problema que vi inúmeros textos sobre o assunto na internet.
Vou
compartilhar aqui uma receita caseira que também já testei e aprovei.
"Para
eliminar a praga, lave a planta com uma mistura de sabão daqueles de barra.Dissolva
o sabão em água quente, espere esfriar, e faça aspersão sobre as folhas.Lave
depois com água limpa"
Em
breve, vou postar foto da minha planta recuperada.
Você
tem algum exemplo de praga que atacou plantas na sua casa? Pode
compartilhar comigo.
Até a próxima!
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Na hora certa
Olá gente, tudo bem?
Para mim está tudo bem. Reencontrei um sentimento que havia perdido há 20 anos. Na Copa do Mundo de 94, nossa cadelinha "Batata" morreu com Parvovirose e com ela se
foi também o meu sentimento de amor pelo mundo canino.
foi também o meu sentimento de amor pelo mundo canino.
Desde então, sempre olhei para o cão com o respeito
merecido,mas não havia despertado em mim a vontade
de ter um cachorro novamente.
Nada como a maturidade, época em que você percebe
de uma forma mais detalhada o que realmente tem
valor. Meus tesouros são minha família, meu companheiro,
meus amigos,minha saúde,minhas raízes.
Nesse contexto percebi que estava
faltando algo. Foi aí que pensei com muito carinho
em um cachorro.
Apresento-lhes o "Crux". Um Pastorzinho da Mantiqueira porreta que tem enchido meus dias de alegria.
O nome dado a ele é também o nome da constelação Cruzeiro do Sul. Mas neste caso a inspiração partiu de outro mundo, o da escalada. Não sou especialista no assunto,mas conversando com um rapaz muito entendido no assunto,(Luís Flávio Vieira) soube que é o ponto mais difícil de uma rocha. É o nível desejado por todos os escaladores.
Enfim, ainda não estou sabendo lhe dar com as mordidinhas de dentinhos de uma criaturinha de 45 dias. Só sei que chegar em casa e ver uma carinha dessas tem sido bem bacana.
Ele vai crescer, se tornar o vigia da casa e o mais importante, um companheirão verdadeiro.
Alguém tem cachorro? Compartilhe em meu blog as fotos. Fico no aguardo. Abração.
![]() |
| Adicionar legenda |
Assinar:
Postagens (Atom)
Quatro mil quilômetros de Brasil
Desta vez, o modo avião foi só no celular. Porque a cabeça, o corpo e o coração estavam completamente conectados com a estrada. ...
-
Mineiro mente. Mas sempre para o melhor. Uma subidinha se torna uma altimetria nunca experimentada antes. Que presente imensurável ter aceit...
-
Em Roseira Velha existe a Fazenda Boa Vista é uma reserva ecológica, considerada um posto avançado da reserva da biosfera da ...












